Apoiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, torneio reforça vocação do Rio para grandes eventos e impulsiona geração de emprego e renda
O governador Cláudio Castro participou, neste domingo (22/02), do encerramento da 12ª edição do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, e destacou o papel estratégico do Governo do Estado no fortalecimento do esporte como vetor de desenvolvimento econômico. Realizado com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, o torneio contou com investimento estadual de R$ 16,5 milhões e deve gerar uma movimentação superior a R$ 200 milhões na economia fluminense. A competição foi iniciada no último dia 14, no Jockey Club da Gávea, e encerrou com vitória brasileira na disputa em duplas.
– O Rio Open é mais do que um grande evento esportivo. É um evento que gera emprego, renda e oportunidades para a nossa população. Quando investimos por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, estamos fortalecendo a economia, estimulando o turismo e consolidando o Rio de Janeiro como palco de grandes competições internacionais. O sucesso do torneio que gera emprego, renda e oportunidades para a população mostra que estamos no caminho certo – afirmou o governador Cláudio Castro, que comemorou a conquista da dupla brasileira João Fonseca e Marcelo Melo.
Os números reforçam esse impacto. Em 2025, o torneio recebeu público recorde de 70 mil pessoas e movimentou cerca de R$ 170 milhões na economia estadual — R$ 20 milhões a mais que em 2024 — além de gerar mais de 5 mil empregos diretos e indiretos.
Dupla brasileira vence competição
João Fonseca e Marcelo Melo foram os campeões do torneio de duplas do Rio Open. Com o apoio da torcida, os brasileiros bateram a parceria formada pelo alemão Constantin Frantzen e o holandês Robin Haase, de virada, e levaram o titulo.
Este é a segunda vitória consecutivo de uma dupla 100% brasileira, e o segundo de Marcelo Melo. No ano passado, ele venceu ao lado de Rafael Matos.
- Encerramos o Rio Open 2026 com chave de ouro e dupla campeã brasileira, com o já consagrado Marcelo Melo, e João Fonseca — que cresceu no Rio Open. O público nos mostrou, mais uma vez, por que este evento é consagrado: arena lotada e uma energia que só o Rio de Janeiro consegue entregar. Foram dias inteiros de casa cheia, torcida participativa e uma atmosfera vibrante em todas as áreas, muito além das quadras – declarou Márcia Casz, diretora geral do Rio Open.
Inclusão no Rio Open
Além do impacto econômico, o evento também cumpriu um papel social. A Secretaria de Estado de Esporte e Lazer levou, ao longo da semana, crianças e jovens de 10 projetos sociais para vivenciarem a experiência do torneio. A visita incluiu passeio pelos estandes e arenas do Jockey Club Brasileiro, permitindo que muitos assistissem, pela primeira vez, a partidas de tênis em uma estrutura de nível internacional.
A iniciativa reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social, ampliando perspectivas e promovendo cidadania para jovens em situação de vulnerabilidade.
– Levar esses jovens ao Rio Open significa garantir acesso, inclusão e oportunidade. O esporte transforma realidades e mostra que eles também podem ocupar qualquer espaço – afirmou o secretário estadual de Esporte e Lazer, Rodrigo Scorzelli.