No último sábado o cheiro da feijoada começou cedo, tomando conta da casa e chamando todo mundo pra perto. Na panela, o feijão preto borbulha devagar, abraçando as carnes e prometendo aquele almoço que é mais do que comida — é encontro, é conversa, é tradição.
Entre risadas e histórias que se repetem (e mesmo assim ninguém se cansa de ouvir), o clima vai ficando leve, quase musical.
E então o chorinho começa com o grupo Galo Preto, as notas dançam pelo ar, misturando-se ao aroma da feijoada, criando uma verdadeira harmonia
É impossível não sorrir. A comida aquece o corpo, a música embala a alma, e as pessoas — ah, as pessoas fazem tudo valer a pena. Porque uma boa feijoada com chorinho não é só um evento, é um abraço coletivo, daqueles que a gente guarda na memória e no coração.
Fotos: Daniel de Oliveira



