Em Petrópolis, 16 unidades da rede municipal ultrapassaram a média das escolas públicas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Na etapa final, foram 13.
A Escola Santa Luiza de Marillac obteve a maior nota do município – 7,2. Na sequência aparecem a Escola Municipal Dr. Paula Buarque, com 7,0; a Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória – 6,8; a EM Professor Joaquim Deister – 6,7; e a Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo – 6,5.
Entre as turmas dos anos finais, a Escola Municipalizada Santa Terezinha chegou a 6,1 e ocupou o primeiro lugar em Petrópolis, além da 53ª posição no Estado do Rio de Janeiro. Também integram o grupo a Escola Paroquial Bom Jesus, com 5,6; a Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória e a Escola Municipal Dr. Paula Buarque, ambas com 5,5; e a E.M. Clemente Fernandes, com 5,4.
“Cada unidade tem sua realidade, mas os resultados permitem identificar e trocar experiências. Há um trabalho diário realizado por professores, equipes gestoras, estudantes e famílias. Nosso compromisso é reconhecer esses caminhos, promover a troca de práticas e oferecer apoio para que mais escolas avancem a partir de suas necessidades”, afirmou a secretária de Educação, Poliana Ferrarez.
Uma das frentes adotadas pelo município é a recomposição da aprendizagem. Desde 2025, os estudantes recebem livros voltados à retomada de conteúdos que precisam ser consolidados. As avaliações aplicadas por meio da plataforma do CAEd ajudam a acompanhar as turmas e orientar intervenções de acordo com as dificuldades encontradas em cada instituição.
A formação dos professores também integra esse trabalho. Paralelamente, a Prefeitura já convocou mais de 1.480 profissionais aprovados no concurso público da Educação, reforçando as equipes que atuam no atendimento aos alunos.
“Uma nota não encerra o trabalho. Ela nos ajuda a decidir onde concentrar esforços, quais habilidades precisam de reforço e que suporte cada equipe deve receber. Os novos dados serão incorporados às metas, ao acompanhamento das turmas e às formações, sempre com o estudante no centro das decisões”, explicou a secretária.
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