Com o acordo entre TRE-RJ e sete instituições de justiça, o assédio eleitoral ganha destaque nas eleições de 2026. A iniciativa cria uma rede integrada para coibir ameaças de demissão por preferências políticas, exigências de voto por patrões e violência política, especialmente contra mulheres.
O projeto “Trabalho Livre, Voto Livre” explica por que avaliar os sinais de coação antes de denunciar é decisiva, quais cuidados evitam que o trabalhador seja vitimizado novamente e como o conhecimento básico sobre o que configura assédio eleitoral pode fazer diferença na proteção do eleitor.
Para o Dr. Gilson Dias, advogado, professor e especialista em Direito Eleitoral e Administração Pública, procurador licenciado de Niterói: “Muitas vezes, o assédio eleitoral é sutil, silencioso e se esconde atrás de pedidos informalmente obrigatórios. O eleitor que vota sob coação não está exercendo sua liberdade de voto. O voto deixa de ser expressão de convicção e passa a ser expressão de medo.”