Petropolitanos que estacionam os carros no Centro da cidade têm sofrido diariamente com atos de vandalismo. Nesta semana, a nossa equipe recebeu denúncias de motoristas que tiveram os carros arranhados mesmo estando parados em vagas de estacionamento rotativo. Os relatos são de ruas como a Paulo Barbosa, Rua da Imperatriz e do Imperador.
Apesar de ser mais de um relato, até o momento, ninguém foi identificado como culpado pelos atos de vandalismo. O problema preocupa o Petrópolis Convention Visitors & Bureau, já que a questão também pode afetar diretamente os turistas que frequentam a cidade. Além disso, Petrópolis é tida como um dos municípios mais seguros do Estado.
“Lamentamos os atos de vandalismo na nossa cidade e viemos solicitar o apoio das nossas forças de segurança para que coíbam esses atos e busquem as imagens nas câmeras para que fatos como estes não ocorram mais. Afinal, temos um título muito importante, do qual nos orgulhamos muito por ser uma das cidades mais seguras do estado”, disse Samir El Ghaoui, presidente do PCV&B.
Apesar de o estacionamento rotativo ser pago em Petrópolis, este pagamento não traz qualquer segurança para os motoristas. Isto porque, de acordo com os relatos, quando procuram os responsáveis pelas cobranças, são informados que a empresa não tem qualquer responsabilidade pela segurança dos veículos.
“Um turista não pode vir a Petrópolis e ter momentos de lazer, de experiências satisfatórias, e sair com o seu veículo arranhado, riscado. Não só o turista, mas o próprio morador”, disse Samir.
A nossa equipe procurou a Prefeitura de Petrópolis para saber se a Guarda Civil Municipal está ciente da situação e se medidas serão tomadas para evitar o vandalismo, mas até o fechamento desta edição, não obtivemos retorno. Também procuramos a polícia militar, que nos informou que o batalhão da região não foi acionado para nenhuma ocorrência deste tipo. Também procuramos a polícia civil para saber se há alguma suspeita sobre os atos, mas fomos informados que, até o momento, não há nenhuma ocorrência nas delegacias da cidade.
Por Raphaela Cordeiro