A Prefeitura promove esta semana ações de conscientização sobre a esporotricose. Nesta quinta-feira (07/08) equipes da Vigilância Ambiental estiveram na Estrada da Saudade reunidos com a população para alertar sobre os sintomas da doença que, na maioria dos casos, atinge os gatos. A doença, que se inicia com feridas que não cicatrizam, pode se espalhar pelo corpo. Apesar de ser mais comum em felinos, a esporotricose também pode contaminar cães e, por se tratar de uma zoonose, pode ainda contaminar os seres humanos.
“Nossas equipes da Vigilância Ambiental monitoram o município e intensificam o trabalho nas regiões com maior incidência da doença. Desta forma protegemos os animais e os moradores”, comentou o prefeito Hingo Hammes.
De acordo com monitoramento e controle de esporotricose animal, as regiões da Estrada da Saudade, com 35 casos, e do Alto Independência, com 30 casos, foram as que registraram maior número da doença entre os anos de 2024 e 2025. Nesta sexta-feira (08/08) os agentes vão estar na UBS Alto Independência, das 9h30 às 11h30 oferecendo orientações quanto aos sinais da doença e cuidados com os animais e tutores. A Prefeitura oferece atendimento gratuito na Coordenadoria de Vigilância Ambiental para casos suspeitos de esporotricose.
“A população precisa saber identificar os sinais da doença para buscar o tratamento para os animais que oferecemos com atendimento médico veterinário e remédios gratuitamente”, explicou o secretário de saúde Luís Cruzick.
A transmissão da esporotricose ocorre pelo contato com a pele ou mucosa por meio de trauma decorrente de acidente com espinhos, palha ou lascas de madeira, contato com vegetais em decomposição, arranhadura ou mordedura de animais doentes. Em humanos, podem ocorrer nódulos doloridos, podendo ser enfileirados e abrir feridas. Não há transmissão de pessoa para pessoa.
O animal contaminado pode apresentar inchaço no nariz com secreção e “ronqueira”. O diagnóstico é feito pelo médico veterinário, através da coleta de dados, realização de exames físicos e laboratoriais. Essa avaliação é importante, pois a esporotricose pode ser confundida com outras doenças que possuem tratamentos diferentes. Para prevenir a doença, o ideal é castrar seus animais, mantê-los domiciliados, em ambientes limpos e, em caso de diagnóstico da doença, usar luvas e higienizar as mãos logo após manusear o animal.
Serviço:
Atendimento de Combate à Esporotricose em Animais
Endereço: Rua Dr. Sá Earp, n° 433 – Centro (próximo ao CTO)
Telefone para agendamento: (24) 2231-0841 ou 2291-1594