A retirada de 32 ônibus da Turp de circulação, somada à paralisação dos rodoviários nesta quinta-feira (17), ampliou os impactos da crise do transporte público em Petrópolis. A situação preocupa entidades que cobram respostas emergenciais diante dos reflexos na mobilidade, especialmente pela empresa controlar a maioria das linhas alimentadoras internas que saem do Terminal Corrêas e do Terminal Itaipava.
A UNITA – Unidos por Itaipava alertou para os efeitos da redução do serviço sobre moradores e trabalhadores dos distritos, destacando os impactos no comércio, turismo e serviços. O Movimento Petrópolis 2030 afirmou que a paralisação e a retirada dos veículos ultrapassam o setor de transporte e atingem diretamente o funcionamento do comércio, da indústria e dos serviços, além de dificultarem o acesso da população a escolas e unidades de saúde.
Os dois movimentos defendem uma resposta emergencial para garantir a continuidade do atendimento e cobram uma reorganização do sistema de transporte público de Petrópolis. Para as entidades, além de medidas imediatas, é necessário planejamento para evitar que novas interrupções comprometam novamente a mobilidade da população e o funcionamento da economia da cidade.
Por Redação
Foto: Caio Moreira/CM